Visão geral
Os experimentos, o rompimento com Vendrick e a busca por uma saída além do fogo e da escuridão.
O irmão que escolheu investigar
Aldia, irmão mais velho de Vendrick, participou da construção do reino, mas seguiu um caminho próprio para estudar a vida e a maldição. Isolado em sua fortaleza após o afastamento do rei, tratou seres vivos como matéria de experimentação. A pesquisa não foi uma atividade inofensiva interrompida por um mal-entendido.
Relatos de pessoas que entravam na mansão e desapareciam, criaturas deformadas, recipientes e instrumentos de pesquisa apontam para o custo humano do trabalho. Os Anéis de Ritual do Norte e do Sul estão associados a práticas cruéis, não apenas a uma escola abstrata de magia.
Corpos, dragões e almas deslocadas
A fortaleza reúne seres aprisionados e conhecimentos destinados a alterar os limites dos corpos. Feitiços como Liberar Magia, Gêiser de Almas e Sol Proibido fazem parte desse legado. Criaturas usadas pelo reino, como os Cavaleiros Primordiais, também remetem a artes proibidas recuperadas por essa investigação.
Os Forlorn de Scholar of the First Sin resultam da tentativa de separar a alma de sua dependência do corpo. Sem um mundo ao qual retornar, vagam entre mundos. São uma consequência do projeto de superar a condição humana, e não simplesmente soldados leais à monarquia.
O primeiro pecado segundo Aldia
Aldia contesta a ordem estabelecida pelo Senhor da Luz. Na leitura que apresenta ao protagonista, a condição humana foi moldada pela repressão da escuridão, e o mundo luminoso que as pessoas amam repousa sobre essa imposição. Sua fala retoma Gwyn sem transformar toda a experiência humana em algo sem valor.
Ele reconhece o encanto da vida: afetos, paz e beleza continuam tendo importância para quem vive dentro dessa ordem. A questão é se o Portador da Maldição aceita preservá-la, deseja destruí-la ou procura algo que não repita nenhuma dessas respostas.
Uma descoberta que também foi um fracasso
O pesquisador encontrado nas fogueiras é uma massa de madeira carbonizada e fogo, muito distante de um corpo humano comum. Ele declara que tentou abandonar o jugo do destino e falhou. Sua sobrevivência incomum não equivale à solução comprovada de todos os males do mundo.
Os encontros junto à fogueira primordial, na cripta e no Santuário do Dragão desenvolvem suas perguntas. O confronto final não recompensa o jogador com uma alma de chefe: Aldia continua a falar depois dele. A vitória abre uma decisão, não a prova de que o pesquisador foi definitivamente morto.
A resposta continua em aberto
Aldia usa os destinos dos três reis das DLCs para mostrar que grande poder não assegura uma saída. O jogador pode ocupar o trono ou deixá-lo. A segunda escolha assume a procura por um caminho desconhecido; o jogo não mostra uma cura encontrada fora de cena.
Aldia e o final alternativo chegaram também à edição original por atualização. Não são exclusivos das versões com reposicionamento de inimigos de Scholar, embora os Forlorn sejam uma das diferenças específicas dessas versões.