Resumo
O que sobrou da Era dos Antigos: dragões de pedra, árvores-arco e o pacto que quer voltar a ser dragão.
O fundo do mundo
Abaixo do Grande Algar, o caminho desce até o Lago das Cinzas: um mar cinzento sob um céu sem sol, cheio de árvores-arco tão largas que a vista se perde. É o retrato mais próximo do mundo antes do fogo.
Aqui vive o Dragão de Pedra, um dos últimos eternos. Não luta, não se move, só espera. É ele quem aceita o pacto do Caminho do Dragão.
O Caminho do Dragão
Quem jura ao Dragão de Pedra busca a forma dos eternos. Os juramentados duelam usando o Olho de dragão e recolhem Escamas de dragão como oferenda. As recompensas são a Pedra da cabeça de dragão e a Pedra do corpo de dragão, que transformam partes do corpo.
É um pacto de PvP, mas o sentido é lore: humanos querendo o que os dragões tinham, a pedra que não morre.
Dragões que sobraram
O Dragão Abocanhante das Profundezas é visto como um dragão que perdeu a forma por fome e degeneração.
O Dragão Negro Kalameet, no passado de Oolacile, é um dos últimos grandes dragões, e nem Gwyn conseguiu derrubá-lo.
Os Dragonetes do Vale dos Dragonetes são parentes distantes, imitações menores dos eternos, e cospem raio.
A ponte do Burgo é guardada por um dragonete vermelho; cortar a cauda dele rende a Espada de dragonete.
Seath, o Descamado, é o dragão sem escamas que traiu a própria espécie.
Por que vale a visita
O Lago não tem chefe. Vale pela atmosfera, pelo pacto e pelos itens raros espalhados entre as árvores. É o lugar para ver de perto o mundo que o fogo veio substituir.