Resumo
Um portador da maldição chega a Drangleic sem memória. O que muda em relação aos outros Dark Souls e como não se perder.
O portador da maldição
Dark Souls II começa com um morto-vivo comum, que veio a Drangleic porque ouviu dizer que ali existe uma cura para a maldição. Ninguém promete nada. A Arauta Esmeralda apenas indica o caminho: encontrar o Rei Vendrick e as almas poderosas que sustentam o reino.
O que é diferente aqui
Vida máxima: cada morte reduz um pouco a vida máxima até você usar uma Efígie Humana ou derrotar um invasor.
Inimigos que somem: depois de serem mortos muitas vezes, os inimigos deixam de reaparecer naquela área.
Viagem rápida desde o começo: dá para viajar entre fogueiras logo cedo.
Subir de nível: só com a Arauta Esmeralda, em Majula.
Agilidade: a rolagem depende do atributo Adaptabilidade.
Por onde ir
De Majula saem vários caminhos ao mesmo tempo. A rota mais tranquila começa pela Floresta dos Gigantes Caídos. A Torre das Chamas de Heide é uma boa segunda opção. Os capítulos da jornada seguem essa ordem.
Se uma área parecer impossível, volte e tente outra. Drangleic tem muitas portas abertas ao mesmo tempo.