Visão geral
Terras conhecidas por viajantes, armas e objetos: o mundo de Dark Souls II continua além de Drangleic.
Jugo e Aurous
Jugo é uma terra desértica associada a guerreiros e ao fundador lendário Aurous. Sua armadura se tornou um símbolo dos soberanos que o sucederam. A tradição de que ela seria invisível aos covardes é apresentada como lenda, não como prova objetiva sobre a coragem de quem a observa.
Benhart vem dessa terra, mas seu equipamento reúne marcas das viagens que realizou. Não é necessário que cada peça tenha sido fabricada em Jugo para que sua origem esteja correta.
As feiticeiras e as criaturas corrosivas
As Feiticeiras do Deserto combinam piromancia, roupas encantadas e sedução para subjugar adversários. Exemplares desse grupo chegaram ao território do Pico Terroso. A história não as define apenas pela aparência: sua capacidade de manipular e incendiar é parte da ameaça.
Descrições de formigas corrosivas de Jugo explicam o perigo de seus ninhos e o aproveitamento de fluidos em armas. A enorme formiga da Sarjeta ecoa esse tipo de criatura, mas o trajeto individual de sua chegada não é narrado.
Volgen: riqueza e exclusão
Volgen é um centro mercantil. Seus artesãos produzem instrumentos refinados, mas prosperar exige contatos e acesso ao mercado. Maughlin relata que grupos ligados à proteção azul controlam esse acesso sob justificativas religiosas.
A elite contrata Falcões como guarda e força militar. Lenigrast, Chloanne e Gilligan mostram outros destinos de pessoas ligadas à cidade: trabalho especializado, viagem e fuga de problemas. Volgen não é vista diretamente, mas afeta a vida de vários moradores de Majula.
A coleção que consumiu Fiorenza
Fiorenza reuniu enorme riqueza e a gastou em raridades. Também reproduziu objetos conhecidos por registros antigos, como a besta Avelyn. A história dos Punhos Gravados registra uma peça que desejou e não conseguiu obter.
Sua fortuna acabou consumida pelo excesso. O caso retoma em escala privada o desejo de acumulação visto em reis: possuir muitas coisas não impede que aquilo que falta domine a vida.
Lanafir e seus viajantes incomuns
Lanafir é associada ao isolamento, de modo que seus comerciantes viajantes são considerados excêntricos. Em suas roupas, a águia representa riqueza e o chapéu azul está ligado ao conhecimento. O significado de um símbolo depende da tradição que o utiliza.
Magerold valoriza curiosidades e se define também pela busca de tesouros. Sua ligação com os Remanescentes do Dragão aparece quando recebe o ovo petrificado. Durgo, por sua vez, é lembrado como um arqueiro que defendeu a terra com o cunhado e ganhou fama para além das fronteiras.
O invasor chamado Durgo de Olhos Azuis e os objetos ligados ao herói preservam essa tradição, mas nem toda aparição de seu equipamento comprova um percurso biográfico completo entre Lanafir, Eleum Loyce e o castelo.