Visão geral
Guerras estrangeiras explicam as origens de Lucatiel, Vengarl, o Rei de Marfim e técnicas que chegaram a Drangleic.
Mirrah: mérito dentro de uma sociedade em guerra
Em Mirrah, tornar-se cavaleiro oferece uma rara possibilidade de ascensão aos que nascem sem privilégios. A lealdade e o desempenho militar explicam o percurso de Lucatiel e Aslatiel. O cervo e as técnicas de espada marcam sua tradição.
Essa imagem de honra convive com ordens dedicadas à espionagem e ao assassinato. Algumas Sombras abandonaram o serviço original para atuar como mercenários. É importante distinguir a reputação pública de uma nação das tarefas que seus agentes realizam.
Água, metal e conhecimento protegido
Mirrah é associada a uma fonte de água curativa e ao geisteel, metal leve e resistente cujo método de fabricação era guardado. Llewellyn levou essa técnica a Drangleic após ser contratado pela corte.
As guerras dificultam a circulação desses recursos. Um objeto encontrado longe de Mirrah pode ter chegado por comércio, contratação ou deslocamento de guerreiros; sua presença não comprova uma anexação de todo o país.
Forossa e Faraam
Forossa foi marcada por conflitos até sua queda. Seus Cavaleiros-Leão veneravam Faraam, deus da guerra, e eram conhecidos pela ferocidade e habilidade. O colapso dispersou soldados, refugiados, bandidos e mercenários.
Vengarl pertence a esse mundo de combatentes sem um reino para defender. O Rei de Marfim também é descrito como um grande cavaleiro de Forossa antes de governar Eleum Loyce. Suas respostas à violência foram diferentes, embora compartilhassem uma origem militar.
Os que viajaram para o norte
Os Northwarders alcançavam prestígio após uma jornada de provações. Azal é lembrado por um cajado de grande potência e manejo exigente, adequado à sua habilidade. O objeto aparece em Eleum Loyce.
Encontrar o cajado no reino congelado não fornece a causa da morte de Azal. Da mesma forma, a Espada Grande Majestosa na Torre de Brume não é uma prova de que Gordin morreu exatamente naquele local: objetos podem mudar de dono.
Os homens-leão e os limites da ligação
Os guerreiros-leão do Bosque Sombrio são artesãos habilidosos e evitam contato com humanos. Os símbolos de seus equipamentos e o nome da antiga ordem de Forossa motivam a hipótese de uma transformação dos cavaleiros.
A relação não vem acompanhada de um relato inequívoco de quem os transformou ou como. Também não se deve reunir todas as terras orientais em um país único: Jugo, Mirrah, Forossa e a origem pouco definida de Alonne são referências diferentes.
O culto e aquilo que não foi confirmado
Os elmos de Faraam mostram um guerreiro diante de um dragão. A associação entre o deus de Forossa e o primogênito de Gwyn nasce da afinidade com a guerra e com símbolos antigos, mas não é uma identificação expressa em Dark Souls II.
As bombas negras de Forossa também registram uma cultura militar: seu armazenamento era regulado pelo perigo que ofereciam aos próprios usuários. Esse tipo de detalhe mostra que a memória de um país não vive apenas nos nomes de seus grandes heróis.
Os leões das ruínas
O Clã dos Leões surgiu nos registros sem uma origem bem explicada. Seus guerreiros evitam o olhar humano, mas as armas elaboradas e as vestes de seus magos mostram uma sociedade que reúne força, ofícios e conhecimento mágico. O guerreiro de juba dourada usa equipamentos que o distinguem dos demais; uma hierarquia exata não é descrita.
Nas ruínas há membros petrificados, recipientes que provocam maldição e equipamentos dos magos. Esses vestígios não identificam com certeza quem criou todos os recipientes, por que os magos desapareceram ou se toda a petrificação foi provocada pelos basiliscos. A hipótese de que descendam dos guerreiros de Forossa continua sendo uma interpretação.