Visão geral
A cavaleira de Mirrah enfrenta uma perda que habilidade e coragem não conseguem impedir.
Ascender pela espada
Lucatiel e seu irmão Aslatiel vieram de uma família sem privilégios. Em Mirrah, a carreira militar oferecia uma possibilidade de ascensão. Eles treinaram juntos e conquistaram reconhecimento em batalha; ela admite nunca ter conseguido superar o irmão em um duelo.
Aslatiel desapareceu, e Lucatiel suspeitou da maldição. Quando ela própria foi atingida, viajou a Drangleic procurando uma cura e, com o tempo, passou a acreditar que o irmão também poderia estar ali.
A máscara e a confiança
Os primeiros encontros apresentam uma guerreira reservada, pouco disposta a depender dos outros. A convivência permite que ela revele o que acontece com seu corpo e, principalmente, com sua memória.
A máscara não é apenas uma peça de identidade visual. Esconde a transformação que ela teme mostrar e preserva a imagem de uma cavaleira reconhecível. Ao falar de suas perdas, Lucatiel deixa de reduzir a relação com o jogador a uma troca de ajuda militar.
O inimigo que não pode ser vencido em duelo
As lembranças antigas desaparecem. Lucatiel teme que, sem elas, já não exista alguém a quem seu nome possa se referir. Por isso pede ao protagonista que se lembre dela.
Sua história não termina com uma cura entregue como recompensa por invocações. As condições de sua missão determinam a transmissão do equipamento, mas não desfazem o problema narrativo. O jogador pode conservar seu nome mesmo quando ela não consegue mais fazê-lo.
O irmão encontrado tarde demais
Aslatiel invade perto da Fortaleza de Aldia. O encontro ocorre no mesmo espaço geral em que a trajetória de Lucatiel se aproxima do fim, sem proporcionar aos irmãos uma reunião.
Não há confirmação de que um tenha visto o outro ali, nem uma cena mostrando Aldia transformando qualquer um deles. A proximidade intensifica a tragédia, mas não autoriza inventar um experimento ou reencontro ausente.