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Catálogo de Dark Souls
Conjuntos de Lordran pelo peso, ou cada peça por parte do corpo.
















67 peças

Cabeça de um habitante de Oolacile cuja humanidade se descontrolou após ser devorada pela Escuridão de Manus, Pai do Abismo. A intumescida cabeça está partida, e suas fissuras são tomadas por inúmeros olhinhos vermelhos. Rígida por fora e mucosa por dentro, ninguém em sã consciência cogitaria utilizá-la.

Cabeça de um habitante de Oolacile cuja humanidade se descontrolou após ser devorada pela Escuridão de Manus, Pai do Abismo. A intumescida cabeça está partida, e suas fissuras, acentuadas por protrusões cerebrais, são tomadas por inúmeros olhinhos vermelhos. É levemente encantada, levando a crer que talvez tenha pertencido a um feiticeiro.

Usado pela bruxa Quelana de Izalith, mãe da piromancia e uma das Filhas do Caos. Ela usava este capuz aurinegro antes mesmo da Era do Fogo, e ele proporciona grande resistência a fogo, veneno e outros perigos.

Capuz de um viajante sem rumo. Feito de couro resistente, proporcionando proteção contra vento e chuva.

Capuz branco usado por donzelas viajantes. Faz parte de sua vestimenta formal, independentemente de sua posição social. É macio e bem-feito, mas não proporciona grande proteção, sendo pouco adequado para utilização em batalhas.

Capuz usado pelos guardiões da pintura de Anor Londo. Parte de sua alabastrina vestimenta, que proporciona significativa proteção contra magia. Há eras eles protegem a Grande Pintura de Ariamis, passando seu dever adiante através das gerações, mas o propósito disso há muito se perdeu.

Capuz usado por ladrões Vazios. Valorizado por ocultar seus semblantes culpados.

Capuz usado pelos salteadores que pilham povoados montanheses e atacam viajantes. Além de proteger contra o sol escaldante, poeira e areia, ele facilita a distinção entre amigos e inimigos no calor da batalha.

Capuz usado por piromantes do Grande Pântano. Apesar de sua aparência esfarrapada, na verdade ele é bastante resistente. Sua vestimenta proporciona significativa proteção contra veneno, fogo e outras forças da natureza na recôndita província à qual foram impelidos.

Usado pela Guardiã do Fogo do Santuário do Elo de Fogo. Dizem um dia ter sido o alvo capuz de uma donzela, que então enegreceu-se com a fumaça e as cinzas das fogueiras ao longo dos anos.

Cartola preta usada por Chester Magnífico, misterioso homem perdido ao passado. O usuário desta cartola tem seu rosto estampado por um dúbio e permanente sorriso. A maldição de Chester!

Chapéu de Beatrice, a Bruxa Renegada. Praticamente todos os usuários de magia que portam catalisadores estudaram na Escola Draconiana, mas Beatrice é uma das raras exceções. Ela enfrentou o Abismo, mas não viveu para relatar seu suplício.

Chapéu usado por feiticeiros que estudaram na Escola Draconiana de Vinheim. A maioria se orgulha de ter estudado na academia e condena a quebra do código de vestimenta formal estabelecido para feiticeiros.

Chapéu usado pelos feiticeiros secretos da Escola Draconiana de Vinheim. Eles jamais se revelam, e trabalham em segredo com feitiços à base de som.

Chapéu valorizado pelo herói arqueiro Pharis. Pharis era um renomado arqueiro que, apesar de ser humano, servia junto de Gough Olhos de Falcão, um dos Quatro Cavaleiros do Lorde Gwyn. Seu chapéu é universalmente popular entre as crianças.

Distinto chapéu usado somente pelos sacerdotes do Caminho Branco em Thorolund. Sua única função é indicar a posição do portador na hierarquia. Praticamente não possui significado na terra de Lordran.

Coroa mágica especial conferida a Sonoite, Princesa de Oolacile, em seu nascimento. Abençoa seu portador com magias dos mais diversos tipos, aumentando o poder e o efeito das magias conjuradas por ele, mas também o dano sofrido por ataques mágicos.

Misterioso item um dia usado por Jeremiah, Rei de Xanthous, o lendário exilado. Sua origem é desconhecida. A coroa é envolta por tecidos de alta qualidade e maciez, mas além de seu tamanho visivelmente exagerado, sua chamativa tonalidade amarela incomoda os olhos.

Coroa de Gwyn, Lorde das Cinzas, que acendeu a Primeira Chama. Lorde Gwyn, o portador da alma suprema, repartiu seu poder entre seu grande clã antes de acender a chama. Manteve para si, contudo, sua coroa, talvez para preservar um símbolo de sua posição como monarca, já que o verdadeiro poder do objeto havia extinguido-se por completo.

Coroa de Gwyndolin Sol Negro, protetor da abandonada cidade de Anor Londo. Esta coroa dos Deuses demanda imensurável fé de de seu portador, mas é imbuída no poder da Lua Negra, que fortalece todas as magias. Seu aspecto solar manifesta a profunda adoração de Gwyndolin pelo sol.

Elmo cristalizado de um cavaleiro Vazio que estava, ele mesmo, parcialmente cristalizado. O poder do cristal concede alta defesa.

Elmo de Lautrec, o Abraçado, representando o amor da Deusa Fina. Em sua solidão, ele abandonou tudo, pois acreditava no amor da Deusa por ele.

Elmo dos Cavaleiros de Berenike, conhecidos por suas armas e armaduras pesadas. Incontáveis Cavaleiros de Berenike, antes exaltados como os cavaleiros de maior força, viraram Mortos-vivos e partiram a Lordran. Sua jornada, porém, foi em vão, pois eles se tornaram Vazios, uma ameaça a todos os Mortos-vivos.

Elmo de Artorias, o Andarilho do Abismo, um dos Quatro Cavaleiros de Gwyn. A morte de seu dono pode ser deduzida a partir da corrosiva Escuridão do Abismo e de sua bolorenta borla índigo, antigo símbolo de orgulho e glória.

Elmo usado pelos cavaleiros do antigo reino de Balder. É feito de grossas placas de ferro. Balder foi o lar de Rendal, Rei Cavaleiro, mas o reino foi reduzido a ruínas após um amplo surto da maldição dos Mortos-vivos.

Elmo de formato distinto usado pelos cavaleiros de Catarina. Fora de Catarina, é frequentemente ridicularizado por seu formato de cebola, o que enfurece os orgulhosos cavaleiros, mas sua habilidosamente forjada curvatura o torna ideal para aparagens.

Elmo de um cavaleiro de baixa patente. Mesmo sendo feito de metal fino, sua textura ranhada lhe confere defesa adicional.

Elmo de um cavaleiro sem nome, mas que provavelmente era de alta patente em Astora. Embora relutasse a abandonar sua missão de Mortos-vivos, ele acabou por perecer no Asilo dos Mortos-vivos, tornando-se Vazio.

Elmo dos cavaleiros negros que assombram Lordran. Os cavaleiros acompanharam Lorde Gwyn quando ele partiu para acender o fogo, mas foram reduzidos a cinzas pela chama recém-acendida, vagando pelo mundo como espíritos incorpóreos desde então.

Elmo dos cavaleiros prateados que protegem Anor Londo. Quando o Lorde Gwyn partiu para acender o fogo, seus cavaleiros dividiram-se em dois grupos. Os prateados permaneceram na abandonada capital a serviço de sua Deusa.

Elmo usado pelos clérigos guerreiros do Caminho Branco, famosos por serem inexoráveis em batalha. Possui tamanho e peso consideráveis, fazendo seu portador parecer maior do que realmente é.

Elmo de cota de malha composto por finos anéis de aço. É comum em todo o mundo humano por ser fácil de produzir, não pesar demais e proporcionar considerável defesa. Cavaleiros talvez prefiram armaduras ostentosas, mas para guerreiros no campo de batalha, tudo que os mantiver vivos já está de bom tamanho.

Elmo de Kirk, Cavaleiro dos Espinhos, membro notório das aparições negras. Densos espinhos irrompem de sua superfície. Item adequado ao sanguinário Kirk, pois possibilita que o usuário cause dano aos inimigos com simples rolamentos.

Elmo de Solaire de Astora, o Cavaleiro da Luz Solar. De alta qualidade, porém sem qualquer poder em particular. Parece que a incrível proeza de Solaire devia-se apenas ao seu rigoroso treinamento, já que seus equipamentos não possuem qualquer característica especial.

Elmo de Tarkus Ferro Negro, cavaleiro conhecido por sua grande força. Feito de um tipo especial de ferro e bastante resistente, especialmente contra fogo, mas tão terrivelmente pesado que apenas o próprio Tarkus é capaz de usá-lo.

Elmo da gárgula que protegia o Sino do Despertar do campanário da Igreja dos Mortos-vivos. É feito de bronze e servia mais como acessório, já que a pele das gárgulas é naturalmente resistente. Não proporciona grande proteção.

Elmo de Gough Olhos de Falcão, um dos Quatro Cavaleiros de Gwyn. Recebido como condecoração de honra. Foi especialmente forjado para o honorável Gough Olhos de Falcão, mas teve as cavidades oculares preenchidas com resina de árvore por aqueles que viam Gough como um reles gigante truculento.

Elmo dos cavaleiros de pedra, guardiões do Santuário na floresta. Os cavaleiros de pedra são golens animados por magia, e seus elmos encantados são opressivamente pesados.

Elmo usado por guerreiros Vazios. Embora seja feito de ferro, está velho, danificado e gasto. É inteligente usar algo resistente para proteger a cabeça contra flechas e outras ameaças físicas.

Elmo usado pelos guerreiros de Havel, a Rocha. Entalhado de uma rocha sólida, seu peso é descomunal, assim como a defesa que proporciona. Os guerreiros de Havel jamais hesitam ou recuam em batalha. Os desafortunados a ponto de enfrentá-los são inevitavelmente destroçados.

Cabeça decepada de um javali de presas que tinha o corpo totalmente protegido por uma armadura, tomada por quem o abateu como prova de sua vitória, assim como os Deuses faziam com as cabeças dos dragões ancestrais. Pode ser usada na cabeça como uma peça protetora surpreendentemente eficaz.

Elmo da Cavaleira da Lua Negra, Guardiã do Fogo de Anor Londo. Após se tornar Morta-viva, ela visitou Gwyndolin Sol Negro no Mausoléu das Profundezas Espiralantes, tornou-se uma Lâmina da Lua Negra e assumiu o dever de proteger a chama. Este elmo lhe foi concedido para esconder sua horrenda aparência e ajudá-la a caçar os culpados.

Elmo de Ornstein, Matador de Dragões, que protege a catedral da abandonada cidade de Anor Londo. Acredita-se que Ornstein seja o capitão dos Quatro Cavaleiros. Seu dourado elmo de leão é imbuído em eletricidade e deve proporcionar boa proteção contra dano elétrico.

Elmo musgoso dos cavaleiros de pedra, protetores do Jardim da Raiz Negra. Os cavaleiros de pedra foram criados por uma antiga magia, e embora este elmo também seja imbuído nela, seu peso é descomunal.

Elmo de Smough, o Carrasco, protetor da catedral da abandonada cidade de Anor Londo. Proporciona defesa extremamente alta e pode ser usado por humanos, ainda que com considerável dificuldade.

Elmo usado por soldados Vazios. Mesmo velha e danificada, sua estrutura de ferro se mantém bastante resistente. É inteligente usar algo resistente para proteger a cabeça contra flechas e outras ameaças físicas.

Cabeça do Golem de Ferro, guardião da Fortaleza de Sen que matou inúmeros heróis em busca de Anor Londo. Sem seu núcleo, não passa de um pedaço de ferro, e pode ser equipado como uma sólida peça protetora. Seu peso descomunal, contudo, desacelera a regeneração de energia.

Elmo de Leeroy, Paladino das Catacumbas. Muito tempo atrás, o Caminho Branco gerou seu primeiro Morto-vivo, um paladino de armadura dourada. Munido dos lendários tesouros Grant e Sanctus, Leeroy partiu rumo a Lordran, a Terra dos Deuses, na primeira missão de Mortos-vivos realizada pelo Caminho Branco.

Estranho elmo da antiga terra de Zena, local de origem do curioso mercador Domhnall. Acredita-se que os dois chifres simbolizam sabedoria.

Elmo dos Canalizadores Hexaclopes, feiticeiros que servem a Seath, o Descamado. Os seis olhos separados em duas colunas compensam a falta de visão de Seath. Parte do conjunto mais pesado de peças protetoras para feiticeiros, e imbuído em magia.

Elmo dos sentinelas gigantes de Anor Londo. É feito de latão antigo e também proporciona proteção contra ataques não físicos, mas seu imenso tamanho o torna extremamente pesado para humanos e impede regeneração de energia.

Distinto elmo feito em uma terra oriental. Este elmo requintadamente forjado proporciona defesa excepcional, especialmente contra ataques cortantes, que são uma das maiores ameaças nas batalhas do Oriente.

Resistente elmo feito de ferro. Peça protetora bastante comum e que proporciona boa defesa. É inteligente usar algo resistente para proteger a cabeça contra flechas e outras ameaças físicas.

Elmo de Vamos, ferreiro esqueleto das Catacumbas. É parcialmente feito de ouro e proporciona grande resistência no geral. Acredita-se que este elmo pertença a uma antiga linhagem real, mas isso somente Vamos poderia confirmar, e ele jamais voltará a falar.

Imenso chapéu usado pelo grande feiticeiro Logan. Por seu rosto ficar totalmente escondido, ele se tornou conhecido como Logan do Grande Chapéu. Notoriamente antissocial, Logan usava este chapéu para abafar ruídos e evitar olhares alheios, assim podendo se focar em seus próprios pensamentos, mas não há poderes mágicos especiais nele.

Uma das três máscaras de Catavento, o necromante que roubou o poder do Lorde das Tumbas e que reina nas Catacumbas. Esta máscara, pertencente à ingênua criança, acelera levemente a regeneração de energia.

Uma das três máscaras de Catavento, o necromante que roubou o poder do Lorde das Tumbas e que reina nas Catacumbas. Esta máscara, pertencente à afável mãe, aumenta levemente os PV.

Máscara de tecido preto vestida por espiões de uma terra oriental. Feita para não estorvar seu singular estilo de arte marcial. Ainda que sacrifique defesa por maior mobilidade, ela oferece resistência a sangramento e veneno, entre outras coisas, talvez por conta da natureza da espionagem.

Máscara de pecadores. Eles ocultam seus rostos, abafam suas vozes e escondem-se nas sombras. Inexpressiva em termos de proteção.

Máscara da Lâmina do Lorde Ciaran, membro dos Quatro Cavaleiros de Gwyn. Este adereço ornado com um único olho é comum a todas as Lâminas do Lorde, mas Ciaran estava determinada a receber esta máscara feita de lisa porcelana como condecoração de honra especial. A máscara é enfeitada com mechas de cabelo marfim.

Máscara dos feiticeiros que inundaram Nova Londo para selar as aparições negras e os Quatro Reis que sucumbiram à Escuridão. Ela simboliza a sua determinação de manter o selo para sempre intacto e a sua expiação por todos que foram sacrificados, mas dois dos três feiticeiros cansaram-se do seu dever e deixaram Nova Londo.

Máscara usada pelos perdoadores que servem à Deusa do Pecado, Velka. Os perdoadores ouvem as confissões dos pecadores, encorajando reflexão e salvação. Suas máscaras simbolizam renúncia aos anseios mundanos.

Uma das três máscaras de Catavento, o necromante que roubou o poder do Lorde das Tumbas e que reina nas Catacumbas. Esta máscara, pertencente ao valoroso pai, aumenta levemente a capacidade de carga.

Máscara das aparições negras, antigos cavaleiros de Nova Londo que sucumbiram à Escuridão. Alguns dizem que as máscaras esqueletais de aparições negras muito antigas são parcialmente fundidas à carne de seus rostos.

Saco ensanguentado de estopa do cozinheiro canibal que vive à espreita nas Profundezas. Possui dois buracos improvisados para os olhos. É inesperadamente macio e confortável de usar, mas provavelmente quase inútil em termos de proteção.

Monstruosa cabeça com aspecto de baú de tesouro. Outrora um Deus antigo, dizem ser o símbolo de vergonha imposto a um clã há muito perdido, que foi exilado pelo pecado da avareza. Utilizá-lo aumenta levemente a absorção de almas e a descoberta de itens, mas também aflige seu usuário com a maldição dos marcados.

Repugnante parasita que habita Izalith Perdida. É completamente imóvel, apesar de estar vivo. Se colocado na cabeça, ele emite uma luz cegante, motivo pelo qual é conhecido como verme da luz solar.