Visão geral
Um reino dedicado a conter o Caos e uma filha da escuridão que decidiu preservar o legado de seu rei.
Um cavaleiro de Forossa torna-se rei
O Rei de Marfim é lembrado como um dos maiores cavaleiros de Forossa antes de assumir o governo. Em Eleum Loyce, sua grande alma e seu poder serviram à contenção do Caos encontrado sob a terra.
A cidade fortificada, a catedral e seus defensores foram organizados em torno desse dever. Sua realeza não se resume à conquista de riqueza: os relatos insistem em sua disposição para ser o primeiro a lutar pelo povo.
O Caos não foi apagado com Izalith
O Antigo Caos remete à chama deformada pela tentativa da Bruxa de Izalith de recriar o fogo. A derrota do Leito do Caos no primeiro jogo não eliminou todos os seus vestígios e consequências.
A presença do Caos sob Eleum Loyce não fornece uma rota geológica precisa entre a cidade e Izalith. Dizer que um fragmento atravessou determinadas terras ou chegou em uma data exata exige informações que o jogo não apresenta.
Alsanna: medo e acolhimento
Alsanna explica que nasceu do medo de Manus. Procurou uma alma poderosa para amparar sua própria fragilidade e encontrou o Rei de Marfim. Ele lhe ofereceu abrigo e um lugar ao seu lado.
A espada deixada a ela e a confiança recebida indicam que o rei compreendia mais sobre sua natureza do que ela supunha. A relação se torna uma exceção à expectativa de que toda filha da escuridão apenas corromperia um soberano.
A descida do rei
Ao perceber a deterioração da própria alma, o monarca partiu para o Caos e deixou tudo a Alsanna. Os cavaleiros que desceram também foram consumidos. O rei encontrado na luta já é uma presença queimada, presa ao poder que pretendia conter.
Fabian é lembrado por conduzir cavaleiros para enfrentar as criaturas nas profundezas. Os equipamentos e almas dos combatentes mostram o resultado: perderam identidade e propósito, tornaram-se defensores da chama e passaram a sofrer a mesma corrupção que combatiam.
O frio como última contenção
As portas de marfim foram abertas e o reino tornou-se gelado e sem vida. Alsanna permaneceu em vigília para conter aquilo que o rei enfrentara. Ela não congelou a cidade por uma simples vontade de destruí-la; sua permanência prolonga o compromisso com o reino.
Golems das muralhas, guerreiros e espadachins mágicos continuam ocupando seus postos. Assistentes que serviam sacerdotisas vagam depois do desaparecimento de suas senhoras. O Olho da Sacerdotisa pertence a uma tradição de visão transmitida entre sucessoras e permite perceber o que antes estava oculto.
As sete feras do rei
O rei tinha sete feras às quais confiou deveres. Três são encontradas: Aava protege Alsanna, enquanto Lud e Zallen executam os exilados nas regiões congeladas. O jogo não fornece nomes e histórias completos para as quatro restantes.
Aava não é uma manifestação de Alsanna. Sua invisibilidade inicial e a necessidade do olho pertencem à forma como o acesso à catedral foi protegido. Nas terras dos exilados, a tempestade e as feras fazem da punição uma morte quase inevitável.
Os cavaleiros que ainda podem escolher
Alguns cavaleiros permaneceram em Eleum Loyce, aguardando quem os liderasse. O protagonista pode reuni-los para descer ao Caos. Eles contêm as passagens inimigas com seu sacrifício, permitindo alcançar o rei.
As Almas de Loyce conservam vestígios de identidade dos cavaleiros consumidos. Reuni-las e entregá-las a Alsanna prolonga o objetivo de libertar seus antigos companheiros. A morte do rei encerra seu sofrimento, mas não é apresentada como prova de que toda a chama do Caos deixou de existir.