Visão geral
A ascensão do reino, a influência de Nashandra e as escolhas que deixaram Vendrick isolado na cripta.
Um reino que não foi o primeiro
Drangleic ocupa uma região marcada por civilizações anteriores. Ruínas, magias e objetos sobreviveram aos seus criadores; por isso, um edifício utilizado durante o reinado de Vendrick não precisa ter sido construído por ele. Straid recorda Olaphis e sequer reconhece o nome do reino atual.
Wellager atribui a Vendrick a derrota de quatro grandes seres e a conquista de suas almas. Com Aldia e seus aliados, ele estabeleceu uma nova monarquia. Não são identificados os quatro portadores enfrentados naquele período: confundi-los automaticamente com os quatro chefes do presente apaga a passagem dos ciclos.
Poder militar e estudo das almas
Os Cavaleiros de Dragão estiveram entre os guerreiros ligados à fundação do reino. A posição exigia treinamento perigoso e domínio sobre montarias capazes de matar quem falhasse. A expansão de Drangleic foi uma conquista violenta, lembrada inclusive nos equipamentos de seus soldados.
Vendrick e Aldia investigaram a natureza das almas. Esse conhecimento se manifesta nos golems e nos mecanismos do castelo, que respondem à energia de inimigos mortos. O ferreiro Llewellyn, contratado por Wellager em Mirrah, representa outra vertente do projeto real: obter técnicas estrangeiras para fortalecer Drangleic.
A rainha e a expedição além-mar
Nashandra apareceu como uma mulher de extraordinária beleza e aproximou-se do rei. Sua advertência sobre uma ameaça além do mar incentivou a campanha contra os gigantes. Vendrick invadiu suas terras, tomou um poder ou tesouro e voltou; a prosperidade posterior não apagou a violência da expedição.
Wellager relaciona esse retorno ao surgimento dos golems. Isso vincula a conquista ao uso das almas, mas não identifica com segurança o objeto roubado. A hipótese de que seria a Urna do Lorde é uma interpretação, não o nome dado ao prêmio pelo jogo.
O fracasso de uma solução real
A maldição atingiu os habitantes e a retaliação dos gigantes devastou o reino. Separar prisioneiros, empregar soldados ou estudar almas não impediu o colapso. Vendrick percebeu que alimentar o fogo não acabaria para sempre com o problema: a chama voltaria a enfraquecer.
Ao compreender a natureza de Nashandra, ele deixou obstáculos entre a rainha e o Trono do Desejo. Abandonou o castelo e recolheu-se à Cripta dos Mortos-vivos, acompanhado por Velstadt. Sua alma e seus equipamentos também ficaram separados de seu corpo, no Santuário de Amana.
O rei encontrado e o rei lembrado
No presente, Vendrick vaga vazio por uma sala, sem iniciar uma conversa. O Anel do Rei permite atravessar portas ligadas à autoridade real; não é necessário matar Vendrick para recolhê-lo. A luta opcional e a obtenção do anel são acontecimentos distintos.
Com o Coração da Névoa Cinzenta, a memória associada ao rei permite ouvir sua reflexão. Ele admite seus limites, fala de Nashandra e orienta a busca das coroas. É um contraste deliberado entre o corpo sem direção na cripta e o monarca capaz de reconhecer o próprio fracasso na memória.