Resumo
Dos reinos antigos à escolha diante do Trono do Desejo, na ordem em que a história de Drangleic se encaixa.
Em ordem
Muito depois de Lordran: a era do fogo se arrasta em ciclos. Terras afundam, sobem e recebem novos reinos; o próprio mapa de Drangleic fica sobre ruínas mais antigas.
Heide e os antigos: a Torre das Chamas de Heide e os seus cavaleiros pertencem a um reino já afundado no mar quando Drangleic nasce. Veja Heide e os deuses antigos.
Os reis antigos: Shulva, Brume e Eleum Loyce prosperam cada um à sua maneira — um rei com o dragão Sinh, outro com o fogo do Antigo Rei de Ferro, outro com o Caos sob a cidade gelada. Veja os três reis antigos.
Venn, Olaphis e Forossa: reinos menores sobem e caem; suas lendas e equipamentos chegam a Drangleic aos pedaços. Veja Olaphis, Alken e Venn.
Vendrick ergue Drangleic: com almas poderosas obtidas de grandes senhores, Vendrick funda o reino e se cerca de cavaleiros leais. Veja Drangleic e o rei Vendrick.
Nashandra chega: uma rainha vinda de além-mar convence Vendrick a atravessar o mar contra os gigantes. Veja Nashandra e os fragmentos.
A guerra dos gigantes: Drangleic toma a força dos gigantes; eles respondem e devastam o reino. Vendrick se tranca na Cripta dos Mortos-vivos e se torna oco. Veja os gigantes e a guerra.
Aldia busca outro caminho: o irmão do rei estuda a vida e a morte em experiências terríveis na sua fortaleza. Veja Aldia e o primeiro pecado.
Os mortos-vivos chegam: marcados pela maldição, muitos viajam para Drangleic atrás de uma cura. Você é um deles. Veja a maldição e a memória.
A jornada: você reúne as quatro grandes almas, a Coroa e a herança dos gigantes, guiado pela Arauta Esmeralda. Veja as quatro grandes almas.
A escolha: no Trono do Desejo, sentar e ligar o fogo outra vez — ou, com as coroas e a lição de Aldia, ir embora e buscar algo além do ciclo. Veja os finais.
Por que a ordem é incerta
Dark Souls II mistura o tempo de propósito: memórias de gigantes, regiões que pertencem a eras diferentes e personagens que confundem lugares e nomes. A ordem acima segue o que os itens e diálogos sustentam; os pontos entre os reinos antigos continuam abertos à interpretação.